Livis' Wor(L)d

Month

August 2011

Aug 31, 201113 notes
#Unicamp #Guy and Girl
Aug 30, 201114 notes
#the goonies #movie
Aug 24, 2011691 notes
#animal

“Hoje eu sonhei com você.

Eu, você, a J. e meu patrão tinhamos ido à Noruega
e estava super frio
e eu lembro que vocês duas foram ver um barco
tipo… “histórico”
que estava num lugar na praia.


Aí você voltou revoltada porque pagou moh grana para ver uma coisa que tinha achado uma porcaria.”

Aug 21, 2011
Aug 11, 20111,276 notes
#love #animal #cat
Aug 5, 201171,107 notes
#music
“Até agora eu achava que birra era uma coisa de criança e que a gente superava quando crescia” —Anne Frank, 28 de setembro de 1942
Aug 4, 20111 note
#anne frank #book #life #quote
Aug 3, 201112,647 notes
#friend #friendship
Relato de uma paciente (TOC)

Começou quando eu era bem pequena. Não me lembro a idade, mas me lembro de quando ainda morava no centro da cidade. Não conseguia dormir sem antes verificar várias e várias vezes se a torneira não estava pingando. Às vezes era preciso pedir para que alguém verificasse para mim. Por um tempo passou. Também me lembro, um pouco mais velha, verificando se as portas estavam trancadas, os botões do fogão em ordem, a geladeira fechada, a torneira pingando. Porém de uma forma ou de outra eu vivia bem.

Mas por volta de maio de 2009 as coisas mudaram. Estava para fazer vestibular, queria História. Também foi o ano em que conheci verdadeiramente ao Deus de Abraão, Isaac e Jacó. De uma forma inexplicável, parece que de um dia para o outro, não sei dizer, comecei a ter pensamentos estranhos, que não faziam o menor sentido, eram repetitivos e ofensivos. Eles invadiam a minha mente como se quisessem me torturar. Começaram rapidamente a aumentar.

Não era julho e eu já não conseguia mais estudar, não tinha mais vontade de levantar da cama. Talvez alguns dias eu tenha passado por volta de 12 horas na cama. Comecei a me alimentar mal e alguns dias quase perdi a vontade de viver. Como a Dra. Rapoport intitulou um dos capítulos de seu livro (The boy who couldn’t stop washing: The experience & treatment of obsessive-compulsive disorder) como “pecadores inocentes”, me sentia como um desses pacientes, achando que cometia pecados imperdoáveis, o que no TOC é conhecido por “excesso de escrúpulos”.

A culpa parecia estar em toda parte, quando na verdade estava apenas dentro da minha própria cabeça. Tudo não passava de ilusões, quase delírios. Enquanto eu emagrecia e meu semblante ia se apagando. Em meio ao sentimento de tanta culpa, minha mente acrescentava mais culpa por optar pelo curso de História. Sem contar que eu não tinha condições para estudar, então optei por Pedagogia. Mesmo porque era um curso mais fácil de entrar numa faculdade pública (e onde eu não via nada de obscuro).

De uma certa forma, fui me adaptando. Arranjei um emprego. Ajudou-me, pois mantinha minha mente ocupada. Conheci amigos novos que me ajudaram simplesmente pela forma como o amor de Deus era expresso pela vida deles. Um deles eu já conhecia há mais de 10 anos, que me ajudou simplesmente por estar ao meu lado. (Não sei quais palavras seriam próprias para o meu agradecimento).

Sem saber que tinha TOC, toquei minha vida. Saí do emprego, entrei em outro. Passei no vestibular, entrei para a faculdade. Saí do emprego. Passei todo esse tempo podendo contar nos dedos os dias em que me senti em paz. – Os pacientes com TOC sentem um incômodo terrível. Expressaria como uma sensação de angústia e medo, mas não exatamente isto.

Porém as coisas pioraram novamente. Estudo na área de humanas e meu curso tem uma carga de leitura muito grande. O que uma pessoa normal levaria em média 40 minutos para ler, eu levava, acho que umas 2 horas. Vivia cansada, dormia mal. E as compulsões começaram. Lavava as mãos a todo o momento, demorava no banho, passava álcool em vários lugares, jogava muitas coisas fora por achar que estavam contaminadas. Até que um dia eu não agüentei mais. Foi quando Deus me colocou num banheiro com uma psicóloga. Nossa conversa me conduziu à procura de um psiquiatra e também de terapia. Desde novembro de 2010 estou em tratamento. Hoje me considero 80% curada. Os 20% ainda estão no processo.

Escrevo isso não porque estou sofrendo, mas porque tenho de volta a vontade de viver.

Uma das coisas que aprendi nos últimos 2 anos é que, o mesmo Deus que tirou o povo de Israel da terra do Egito e lhes deu a Torá, é poderoso para curar por meio de um milagre instantaneamente o TOC (Eis que eu sou o Senhor, o Deus de toda carne: seria qualquer coisa maravilhosa para mim? Jeremias 32:27). Mas aprendi também que Ele cura por meio de um processo, e Ele me colocou no meio desse processo para que eu pudesse aprender algumas coisas, entre elas a depender dEle em tudo.

Hoje eu vejo que por meio do que aconteceu, ganhei amigos novos, que apesar de tão pouco tempo, parece que nos conhecemos há uma eternidade. Fez-me valorizar ainda mais uma amizade antiga. Hoje estou num curso que não estava nos meus planos, que não é uma das profissões de mais glamour, muito menos das mais cogitadas, mas é o lugar onde eu sei que eu devo estar, porque como me disseram uma vez, eu sou idealista e apaixonada (pelos seres humanos) e isso não quer dizer algo ruim. E sabe, eu gostei de pedagogia!

E sei também que o mesmo Deus que separou um povo  - o povo de Israel, para que por meio deste povo, da descendência de Davi, viesse um homem, seu filho Yeshua, o Messias da casa de Israel, para salvar não somente o seu povo, mas todos àqueles que crerem no seu filho - nunca me abandonou, e se hoje eu estou bem, é por Ele, caso contrário, eu já teria sucumbido. Pois como Yeshua disse: Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. (João 16:33).

Alegra-nos pelos dias em que nos afligistes, e pelos anos em que vimos o mal. Salmo 90:15

Aug 2, 201112 notes
#toc #faith
Aug 1, 2011737 notes
Aug 1, 2011
#curitiba #trip #travel
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